Você Sabia? Cada Cor da Cinta de Elevação Corresponde a uma Capacidade de Carga. Entenda a ABNT NBR 15637
- Lucimar Dressler

- há 1 dia
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Um dos principais requisitos estabelecidos pela ABNT NBR 15637, tanto na ABNT NBR 1537/1 (planas) ou ABNT NBR 15637/2 (tubulares) é a padronização das cores das cintas de elevação. Esse sistema foi desenvolvido para que operadores, sinaleiros, supervisores e inspetores consigam identificar rapidamente a Capacidade Máxima de Trabalho (CMT/WLL) da cinta, reduzindo o risco de seleção incorreta do acessório durante as operações de içamento.
Em ambientes industriais, onde diferentes
capacidades de cintas são utilizadas diariamente, a identificação por cores torna a operação mais ágil e segura, principalmente quando há necessidade de substituição rápida de equipamentos ou conferência visual antes do içamento.
A correspondência entre as cores e as capacidades é a seguinte:
Cor da Cinta | Capacidade Máxima de Trabalho (CMT) |
🟣 Violeta | 1 t |
🟢 Verde | 2 t |
🟡 Amarela | 3 t |
⚪ Cinza | 4 t |
🔴 Vermelha | 5 t |
🟤 Marrom | 6 t |
🔵 Azul | 8 t |
🟠 Laranja | 10 t ou mais |
É importante destacar que essa padronização permite uma identificação visual imediata, porém a cor nunca deve ser utilizada como único critério para determinar a capacidade da cinta. Antes de qualquer operação, o operador deve verificar a etiqueta de identificação, onde constam informações como capacidade de carga, comprimento, fabricante, fator de segurança, número de rastreabilidade e demais especificações exigidas pela norma.
Outro aspecto importante é que a capacidade indicada pela cor refere-se à condição de içamento vertical. Quando a cinta é utilizada em configurações como cesto (U), estrangulada (choker) ou sob diferentes ângulos de trabalho, sua capacidade pode aumentar ou diminuir conforme os fatores de modo de utilização previstos na ABNT NBR 15637 e nas instruções do fabricante.
Portanto, conhecer o significado das cores é essencial para aumentar a segurança operacional, agilizar a escolha do equipamento correto e minimizar falhas humanas. Entretanto, a identificação visual deve sempre ser complementada pela inspeção da cinta, conferência da etiqueta e respeito aos limites de utilização estabelecidos pelas normas técnicas.




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